quinta-feira, 29 de abril de 2010

Pedofilia e homosexualidade

Com a celeuma levantada em todo o mundo em virtude da dita omissão dos altos dirigentes da Igreja Católica na repressão aos casos de pedofilia praticada por padres, o problema agravou-se quando até mesmo o papa foi acusado dessa omissão.

Um cardeal, falando em nome da Igreja, afirmou que não era aceita a tese de que o celibato dos pradres era a causa da prática da pedofilia. Era sim a homosexualidade que estava ligada a tal prática.

Homosexuais e suas comunicades reagiram contra a opinião manifestada pelo cardeal.

Mas o assunto merece algumas considerações.

Celibato não se confunde com castidade. Aquele é o não casamento. Esta é a não prática de atos sexuais.

Os celibatários não precisam obrigatóriamente ser castos. Uma pessoa pode ser celibatária e ter prática sexual. Sob esse ponto de vista até que o cardeal está certo.

Estaria se o celibato fosse facultativo. Mas ele é obrigatório para os padres católicos. Aí alguns deles, que eu acredito serem poucos, preferem continuar celebatários, embora praticando atos sexuais com pessoas do sexo oposto.

Mas porque alguns poucos querem praticar atos sexuais com pessoas do mesmo sexo ? Porque são homoxesuais.

Mas por que praticar sexo com menores de idade, o que se chama pedofilia ?

Quando o cardeal atribuiu à homesexualidade a pratica de pedofilia por alguns padres, não explicou porque existe na Igreja a prática de homesexualidade pedofílica.

Seguramente alguma coisa está muito errada.

Por que alguns, que são tantos, padres católicos se tornam homesexuais ? Se tornam ou sempre o foram ?

A prática do sacerdócio atrai homosexuais ? Acredito que não.

Acredito que há uma soma de circunstâncias que levam alguns padres à pedofilia: cruel lavagem cerebral e repressão contra os assuntos ligados à sexualidade, o celibato, a homosexualidade, a falta de inibição, a falta de repressão. As crianças são as vítimas porque elas não reclamam, não provam, não acusam. Esse crime é realmente hediondo e é práticado por pessoas que seriam as últimas a poder praticá-lo.

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